segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

A tigela de madeira

Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho de quatro anos de idade.
As mãos do velho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes.
A família comia reunida à mesa. Porém, as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam no momento da refeição. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão. Quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa. O filho e a nora irritavam-se com a bagunça.
– Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai - disse o filho.
– Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão.
Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa, com satisfação.
Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida agora era servida numa tigela de madeira. Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes ele tinha lágrimas em seus olhos. Mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou comida cair ao chão.
O menino de quatro anos de idade assistia a tudo em silêncio.
Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira. Ele perguntou delicadamente à criança:
– O que você está fazendo?
O menino respondeu docemente:
– Oh, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem, quando eu crescer.
O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho.
Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles ficaram mudos. Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos. Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito.
Naquela noite, o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família. Dali para frente e até o final de seus dias ele comeu todas as refeições com a família. E, por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um garfo caía, leite era derramado ou a toalha da mesa sujava.
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De uma forma positiva, aprendemos que não importa o que aconteça, ou quão ruim pareça o dia de hoje. A vida continua, e amanhã será melhor.
Aprendemos que se pode conhecer bem uma pessoa pela forma como ela lida com três coisas: um dia chuvoso, uma bagagem perdida e os fios das luzes de uma árvore de natal que se embaraçaram.
Aprendemos que não importa o tipo de relacionamento que tenha com seus pais, você sentirá falta deles quando partirem.
Aprendemos que "saber ganhar" a vida não é a mesma coisa que "saber viver".
Aprendemos que a vida, às vezes, nos dá uma segunda chance e que viver não é só receber, mas também dar.
Aprendemos que se procurarmos a felicidade, iremos nos iludir. Mas, se focalizarmos a atenção na família, nos amigos, no trabalho, nas necessidades dos outros, e procurarmos fazer o melhor, a felicidade nos encontrará.
Aprendemos que sempre que decidimos algo com o coração aberto, geralmente acertamos. E que quando sentimos dores, não precisamos ser uma dor para outros.
Aprendemos que diariamente precisamos alcançar e tocar alguém. As pessoas gostam de um toque humano, receber um abraço afetuoso, ou simplesmente um tapinha amigável nas costas.
Aprendemos que ainda temos muito que aprender.
E aprendemos que as pessoas se esquecerão do que dissemos, esquecerão o que fizemos, mas nunca esquecerão como as tratamos.
Autor Desconhecido

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016


Hoje faz 1 ano que estou tomando apenas água, nenhuma gota de refrigerante nem suco de caixinha, zero de chocolates e 6 meses comendo muitas frutas, sem frituras, pães, doces, além de ter começado a praticar esportes. A mudança no meu corpo tem sido incrível e meu pensamento mudou positivamente. Tenho levantado às 5h da manhã todos os dias e corrido até 6h30min, depois tomo banho e vou trabalhar... nada tira minha disposição, nem mesmo quando está chovendo!!!! Enfim, eu não sei de quem é esse texto, mas achei incentivador pra 2017!! Aí copiei e colei aqui, espero que te motive ok!!! Força! !!!

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Jesus chorou  -   © Letícia Thompson
 Ao ver Jerusalém desolada, Jesus chorou. Ele poderia não ter se importado, ter olhado para outros lados. Mas Ele olhou, se importou, chorou...
A desolação, a maldade, crueldade, incredulidade, não podem deixar ninguém indiferente.
Com a velocidade com que as coisas caminham, eu pensei já ter visto tudo. Mas ainda coisas acontecem que arrancam meu coração do peito.
O desrespeito à vida tem tomado o lugar do amor e tem enchido o mundo de trevas, dessas mesmas que tentamos tanto fugir.
Poderíamos fazer como se nada tivesse acontecido. Poderíamos, como se diz a boa regra, pensar apenas nas coisas boas da vida. Mas isso não vai acalmar a dor das famílias ceifadas de um ente querido.
Fechar os olhos e o coração não vai resolver problemas, não vai acabar com a violência, não vai diminuir o mal e nem impedi-lo de atingir um dos nossos.
Ignorar a dor alheia é endurecer o coração. É se dar a si a falsa idéia de que tudo vai bem, quando na verdade há corações despedaçados e que poderiam perfeitamente ser nossos. Não gostaríamos que ignorassem nosso sofrimento e muitos carregando a mesma cruz a tornam mais leve.
Se nos calamos, nos expomos, nos despreparamos, tornamo-nos vulneráveis e acessíveis.
 Sobretudo, se nos calamos, aceitamos o horror do irreparável, do absurdo. Se nos calamos, acatamos. E não temos esse direito... não podemos ter esse direito.
Uma só pessoa pode não fazer muito, mas uma nação inteira pode fazer alguma coisa, se cada qual toma sua parte de responsabilidade.
Não podemos devolver vidas, nem apagar acontecidos. Podemos, porém, tentar impedir que outras coisas aconteçam. Podemos continuar humanos, unidos na dor, mas, principalmente, unidos no amor.
Uma vela sozinha pode não acabar com a escuridão, mas milhões de velas acesas podem iluminar qualquer noite de lua minguante. 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

A folha amassada

Quando criança, por causa de meu caráter impulsivo, reagia à menor provocação.

Na maioria das vezes, depois de um desses incidentes, sentia-me envergonhado e me esforçava por consolar a quem tinha magoado.
Um dia, meu professor me viu pedindo desculpas, depois de uma explosão de raiva, e entregou-me uma folha de papel lisa e me disse:
– Amasse-a!
Com medo, obedeci e fiz com ela uma bolinha.
– Agora, deixe-a como estava antes. Voltou a dizer-me.
Óbvio que não pude deixá-la como antes. Por mais que tentasse, o papel continuava cheio de pregas.
O professor me disse, então:
– O coração das pessoas é como esse papel. A impressão que neles deixamos será tão difícil de apagar como esses amassados.
Assim, aprendi a ser mais compreensivo e mais paciente. Quando sinto vontade de estourar, lembro-me daquele papel amassado.
A impressão que deixamos nas pessoas é impossível de apagar. Quando magoamos alguém com nossas ações ou com nossas palavras, logo queremos consertar o erro, mas é tarde demais...
Alguém já disse, certa vez:
– Fale somente quando suas palavras possam ser tão suaves como o silêncio. Mas não deixe de falar, por medo da reação do outro.



quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

DESTINO É ALGO SEM ESCOLHA?
O que é o destino?
Uma vontade,
Uma ordem,
Um sonho…
Destino é algo sem escolha?
Não sabemos o que é, não sentimos sua presença.
Destino é o nome de uma história que precisamos ler até o último capítulo, para entendê-la.
Destino é uma imaginação do futuro, uma criação da vida.
Nos escolhemos nosso destino…
Se permitirmos viver um destino sem querer, estaremos nos rendendo as armadilhas do mundo fazendo parte de uma história que não nos traz felicidade.
Destino é a nossa coragem de lutar por um ideal. coragem de ser feliz.
Nós escolhemos se queremos viver o calor de uma linda tarde, ou o frio de uma tempestade na madrugada…
Destino simplesmente é a nossa busca pela verdadeira Felicidade.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Deus fez tudo que existe?

Certo dia, um professor ateu desafiou seus alunos com a seguinte pergunta:
- Deus fez tudo o que existe?
Um estudante respondeu corajosamente:
- Sim, fez!
- Deus fez tudo, mesmo? - insistiu o professor.
- Sim, professor - respondeu o jovem.
O professor replicou:
- Se Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe. E, considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, e somos a imagem e semelhança de Deus, então Deus é o mal.
O estudante calou-se diante de tal afirmativa, e o professor ficou feliz por haver provado, uma vez mais, que a fé era um mito.
Outro estudante levantou sua mão e disse:
- Posso lhe fazer uma pergunta, professor?
- Sem dúvida - respondeu-lhe o professor.
O jovem ficou em pé e perguntou:
- Professor, o frio existe?
- Mas que pergunta é essa? Claro que existe. Você por acaso nunca sentiu frio?
O rapaz respondeu:
- Na verdade, professor, o frio não existe. Eu não sou especialista no assunto, mas, segundo as leis da física, o que consideramos frio é, na realidade, ausência de calor. Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite energia, mas é o calor, e não o frio, que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor. Todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor. E a escuridão, existe? - continuou o estudante.
O professor respondeu:
- Mas é claro que sim.
- Novamente o senhor se engana, pois a escuridão tampouco existe. A escuridão é, na verdade, a ausência da luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas várias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de onda. A escuridão não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca. Como se faz para determinar, quão escuro está um determinado local do espaço? Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo? Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz presente.
Finalmente, o jovem estudante perguntou ao professor:
- Diga, professor, o mal existe?
Ele respondeu:
- Claro que existe. Como eu disse no início da aula, vemos roubos, crimes e violência diariamente, em todas as partes do mundo. Essas coisas são o mal.
Então o estudante disse:
- O mal não existe, professor, ou, pelo menos, não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência do bem. O mal, como acontece com o frio e o calor, é um termo que o homem criou para descrever essa ausência do bem. Assim sendo, Deus não criou o mal. Deus criou o amor, a fé, que existem como existe a luz e o calor. Já o mal é resultado da falta de Deus nos corações. É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz.