domingo, 31 de dezembro de 2017

FELIZ ANO NOVO

Se a vida fosse um conto de fadas, eu faria um pedido ao gênio da lâmpada para todos vocês... Mas a vida é real e isso é ainda melhor, porque não vou precisar de uma lâmpada mágica para pedir ao Pai do Céu aquilo que meu coração deseja para os meus amigos. E um pedido, um único pedido eu vou fazer. É verdade, a idéia talvez seja original, mas não é minha, infelizmente. Copiei essa idéia de um rei.

Peço a Deus que no próximo ano dê a cada um de vocês: Sabedoria!

Adquirindo sabedoria, vocês automaticamente receberão todas as outras coisas.

Desejo, então que sejam sábios para:

- se vestirem com a beleza dos lírios dos campos;

- possuírem o suficiente para que sejam cobertas todas as vossas necessidades, mas nõo o bastante para que pensem que não precisem de ninguém;

- guardarem a fé mesmo nas provações;

- em dificuldades, nunca pensarem que é o fim do caminho;

- na felicidade, nunca se esquecerem de agradecer;

- no amor, que sejam voluntários;

- na dor, que sejam solidários;

- em tempos de guerra, que a Paz possa reinar interiormente;

- na amizade serem grandes e verdadeiros;

- que vossas mãos sejam suficientemente quentes para, segurando a mão do próximo, aquecerem o mundo numa grande corrente de amor;

- nunca pensarem que a felicidade é utopia;

- nunca desacreditarem que o amor vence barreiras;

- nunca se esquecerem de que temos um Pai que jamais vai nos abandonar;

- e que essa sabedoria possa estar presente cada minuto pelo resto, não do ano, mas da vida inteira de cada um!

Faço aqui um brinde a todos vocês!

Tenham um sábio Ano Novo!

COMO UM RIO QUE CORRE

Letícia Thompson

Um ano que passa é um rio que corre. Ora calmo, ora turbulento, ele nos carrega com ele.

Nada é igual no caminho, mesmo se os dias e semanas nos parecem tão iguais. Não... não são. Vivi hoje o que não teria vivido ontem e o que não poderia deixar para amanhã, mesmo com toda a minha vontade.

E lá vamos nós nesse rio, ora dentro dele, ora caminhando na margem, sem que possamos parar porque mesmo se paramos... ele corre... e ele corre... independente da nossa tristeza, alegria ou desilusão. Ele não espera, mesmo se os minutos nos parecem infinitos no nosso sofrimento. E ele não avança, mesmo se na nossa felicidade tudo voa em torno de nós.

E esse rio, com as horas contadas, carrega nossas histórias, nossas vitórias, nossas derrotas. Há momentos tranqüilos onde podemos apreciar a beleza da paisagem e nos deixar invadir pela paz, outras sentimo-nos afogando e voltamos, nos apegamos ao que encontramos, nos deixamos levar quando as forças nos abandonam e, apesar de tudo, sem escolha, seguimos para o momento fatal onde o rio desemboca para um novo recomeço.

E contamos os minutos... apesar de tudo o que passamos, os dias e horas não foram suficientes para cumprirmos todas as promessas que fizemos e nos fizemos no início do passado. Então, ansiosos, esperamos um novo dia, um novo nascer do sol, essa imensa folha branca onde nos preparamos para escrever mais um capítulo da nossa história. Penso que o dia primeiro de janeiro é o dia mais cheio de esperança de todo o ano. Depositamos nele todos os nossos desejos, nossas orações, nossas ambições e nossos sonhos.

Por isso contamos... porque quando meia-noite soa, o rio desemboca no oceano e novos dias nos sorriem.

E sabem de uma coisa?

Mesmo se o ano é um rio que corre, somos nós ainda que o controlamos, colocando barreiras ou construindo barcos, balsas ou o que estiver nas nossas mãos e na nossa criatividade para seguirmos adiante. Somos nós ainda a corôa da criação, somos nós a jóia cravada no peito de Deus. E se Ele nos oferece um novo ano é que ainda tem fé em nós.

sábado, 30 de dezembro de 2017

MÚSICAS AO VIVO DO FACEBOOK LJM CRÉDITO


Adeus Ano Velho!

Letícia Thompson

É tempo de preparar as bagagens, pois daqui a algumas horas o próximo trem chega à última estação.

Com cuidado vamos selecionando o que queremos carregar. Outras coisas nos seguirão, independentes de nós. Estão impregnadas na nossa pele e qualquer que seja o próximo caminho, nos acompanharão. E é bom que assim seja!

Essas coisas, freqüentemente doloridas, serão nossos sinais de atenção para os próximos passos, nossa febre nos alertando que devemos ter cuidado. São as benditas dores que nos tornam pessoas reais e humanas, sensíveis e verdadeiras.

Vamos colocar nessa mala, voluntariamente, nossos mais doces momentos, mesmo se passados.

Do nosso lado, nossos amigos mais queridos: os antigos, os novos, os que estão chegando e a lembrança dos que partiram.

Traremos ainda nessa mala nossas roupas mais bonitas e aquelas que contam histórias. Ninguém duvida que certas roupas contam histórias, da mesma forma que os perfumes e as músicas.

Traremos no coração os lugares que pisamos e, se não deixamos nossas marcas, carregamos em nós as marcas deles.

Traremos, sobretudo, nosso coração, vivido, quebrado e recolado, mas ainda inteiro, palpitante!

Nada de lágrimas! Elas ficarão escondidas para as grandes ocasiões e chegarão nos momentos oportunos, desejadas ou não. E nos trarão a calma dos grandes rios quando precisarmos recuperar forças para continuar o caminho.

Fecharemos então essa mala com alegria e a selaremos com ação de graças, pois tudo o que foi e tudo o que vem é para nosso crescimento.

Que possamos encontrar em tudo e em cada coisa o ponto positivo que vai nos mostrar que vale a pena ainda seguir.

E que, acima de todas as coisas, seja o Senhor nosso maior companheiro de viagem. É a mais linda forma de nunca nos sentirmos sós!

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Quando Faz Frio No Coração

Letícia Thompson

Todo nosso eu é construído do emocional. E a soma dos acontecimentos, o tamanho deles, a forma ou o momento em que chegam criam barreiras entre nós e os outros, às vezes nós e o mundo.

Quando faz frio no coração, nós nos afastamos de tudo aquilo que poderá tocá-lo. Criamos um muro invisível para protegê-lo e proteger-nos, duvidamos das pessoas, da sinceridade delas, das suas boas intenções.

Esses invernos rigorosos da vida fazem com que nos sintamos mais sós, nos esquecemos de olhar um pouco para fora e olhamos muito para dentro. E quando mais pensamos nas nossas tristezas, mais tristes nos sentimos, o que cria esse círculo vicioso do qual é difícil se livrar.

E quando esses períodos de festas se aproximam em que todos falam tanto de amor, solidariedade, perdão e compreensão, o que possuem o coração apertado o sentem mais pequenininho ainda.

Uma maneira de reverter essa situação, é oferecer o que precisamos. Mudando nossa mentalidade, mudamos o mundo. Para abrir o coração das pessoas, precisamos abrir o nosso.

São nossas mãos que devem derrubar as primeiras barreiras que nos separam das pessoas e da vida. É a luz que possuímos que deve ser a primeira a nos aquecer,  a iluminar nossos passos, ninguém pode ver por nós, caminhar por nós e menos ainda sentir por nós.

Quando fazemos pelos outros, estamos concentrando nossas energias em algo externo a nós e quando pensamos menos na carga que carregamos, ela parece mais leve, mais suportável.

Quando faz frio no nosso coração, devemos agasalhá-lo para que ele passe melhor pelo inverno, que passará, como passam todas as outras estações.

Aquele que aprende a plantar uma flor, planta muito mais que uma flor, ele faz nascer a esperança no mundo.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

A Todos Vocês...

Mais um ano que caminhamos juntos vai chegando ao fim. Procuro  no meu coração as palavras e não sei se encontro. Devo, talvez, ter que ir mais fundo.

 Penso que o segredo de nos darmos bem é que quando falo, o faço com o coração e quando escutam, o fazem com o coração. É dessa forma que meu coração se sente compreendido e o de vocês se sente reconfortado. Fazemos uma troca.

 Eu queria fazer um resumo do ano que passou, mas não acho que tenha sido um ano particular, apenas a continuidade dos tantos outros, onde vemos, infelizmente, que a humanidade caminha para a direção contrária: muitas coisas que antes nos surpreendiam começam a ser "naturais" pois o mundo evoluiu.

 Vemos que muitos valores foram invertidos: o que é anormal, tornou-se comum; o que é imoral, tornou-se corriqueiro; a violência nos revolta, mas não nos impede de dormir; antes, compreendíamos nossos pais com um simples olhar, hoje tudo é diferente.

 Muitas pessoas procuram a profissão onde vão ganhar mais e poucos são os que ainda fazem alguma coisa por paixão. É isso...

Falta paixão no mundo! O materialismo tomou conta de muitas coisas e muito poucos são os que ainda abraçam uma causa e seriam capazes de dar tudo por ela. O "eu" tornou-se rei e como há muitos eus espalhados pelo mundo, há muitos reis também, que pensam-se poderosos e acima de tudo. E ninguém está acima de tudo enquanto os homens não conseguirem controlar o mar e o tempo.

Nada no mundo se compara à paz de espírito, ao sentimento de ter feito o bem, ao conforto de olhar nos olhos dos que precisaram de alguém e conseguiram encontrar uma presença

O que o mundo precisa é disso: a paz, que só encontramos quando nosso coração se sente saciado e um coração precisa de amor para se alimentar.

 Se tiver que deixar uma mensagem a vocês, deixo esta aqui:

 não desacreditem na vida, nem no bem, nem na força do bem e, acima de qualquer coisa, não desacreditem em Deus!

 O mundo está abandonado a si mesmo, mas aqueles que voltam-se para Deus estão ancorados.

Cultivem o amor, a paz, a alegria, o sorriso e tratem as pessoas com o mesmo respeito, amor, compreensão, como gostariam de ser tratatos.

Ninguém deve sentir vergonha de falar sobre Deus, de defender uma causa justa, de se sentir diferente num mundo onde todo mundo quer fazer igual. Pessoas especiais são pessoas especiais.

Muitos são os que avistam a porta do paraíso, mas, creiam, só as pessoas especiais são capazes de passar por ela.

Que o Senhor guarde a união no seio de cada família, que as pessoas se dêem as mãos e não larguem quaisquer que forem as circunstâncias, que a vida seja repleta e que a solidão torne-se uma vaga lembrança

Obrigada a cada um de vocês por compartilhar comigo dessa caminhada na qual acredito de todo meu ser.

Com muito amor, tenham um ano de paz, de muita luz! 


Rádio Ao Vivo Do Canal Marcos Coutinho / LJM Crédito


terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Um dia, um pai de família rica, grande empresário, levou seu filho para viajar até um lugarejo com o firme propósito de mostrar-lhe o quanto as pessoas podem ser pobres. Seu objetivo era convencer o filho da necessidade de valorizar os bens materiais que possuía, seu status e prestígio social. O pai queria desde cedo passar esses valores para seu herdeiro.
Eles ficaram um dia e uma noite numa pequena casa de taipa, de um morador da fazenda de seu primo.
Quando retornavam da viagem, o pai perguntou ao filho:
– E aí filhão, como foi a viagem para você?
– Muito boa, papai.
– Você viu a diferença entre viver na riqueza e viver na pobreza?
– Sim pai... - Retrucou o filho, pensativamente.
– E o que você aprendeu com tudo o que viu naquele lugar tão pobre?
O menino respondeu:
– É pai, pude ver muitas coisas...
Vi que nós temos só um cachorro em casa, enquanto eles têm quatro. Nós temos uma piscina que alcança metade do jardim, e eles têm um riacho sem fim.
Nós temos uma varanda coberta e iluminada com lâmpadas fluorescentes e eles têm as estrelas e a lua no céu.
Nosso quintal vai até o portão de entrada e eles têm uma floresta inteirinha. Nós temos alguns canários numa gaiola e eles têm todas as aves que a natureza pode oferecer-lhes, soltas!
O filho suspirou e continuou:
– E além do mais, papai, observei que eles oram antes de qualquer refeição, enquanto nós sentamos à mesa e falamos de negócios e eventos sociais. Então comemos, empurramos o prato e pronto!
No quarto onde fui dormir com o Tonho, passei vergonha, pois não sabia sequer orar, enquanto ele se ajoelhou e agradeceu a Deus por tudo, inclusive por nossa visita. Lá em casa, vamos para o quarto, deitamos, assistimos TV e dormimos.
Outra coisa papai, eu dormi na rede do Tonho e ele dormiu no chão, pois não havia rede para cada um de nós. Na nossa casa, colocamos nossa empregada para dormir naquele quarto onde guardamos entulho, apesar de termos camas macias e cheirosas sobrando.
Conforme o garoto falava, o pai ficava constrangido, enrubescido e envergonhado. O filho, em sua sábia ingenuidade e brilhante desabafo, abraçou o pai e ainda acrescentou:
- Obrigado papai, por ter me mostrado o quanto somos pobres!

Não é o que você tem, o que faz ou onde está, que irá determinar sua felicidade, mas o que você pensa sobre isto.
Tudo o que você tem depende da maneira como enxerga e valoriza. Se você tem amor e sobrevive nesta vida com dignidade, tem atitudes positivas e partilha com benevolência suas coisas, então você tem tudo!

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Temos o prazer de lhe desejar um feliz Natal e um Fim De Ano Maravilhoso, estimado cliente!

Nesta data de grande significado, temos o prazer de lhe desejar um feliz Natal e um Fim De Ano Maravilhoso, estimado cliente! Que o próximo ano traga muita felicidade, amor, saúde e Muita Prosperidade!
Saiba que para nós você não é apenas mais um cliente, mas alguém muito importante a quem dedicamos genuíno sentimento. 
Felicidades!
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quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

FORMIGA E PUXA-SACO TEM EM TODO LUGAR!

Puxa-saco é o bajulador, adulador, indivíduo de mau caráter que enaltece gregos e troianos, vagabundos de pouca, média ou grande projeção que aceitam esse tipo de admiração sabidamente interesseiro.
O puxa-saco parece um cão sem dono.

Corre atrás de qualquer um que lhe dê a mínima atenção a troco de um voto ou simplesmente para tê-lo por perto para fazer número.

Coisa raríssima é um puxa-saco inteligente e capaz.
Normalmente esse tipo de pessoa se sujeita a essa condição subserviente, porque lhe falta amor próprio, dignidade e capacidade para estar em qualquer posição pelos próprios méritos.
Estou escrevendo e vendo perfilar a cara de bobo e de boba, de cada uma dessas pessoas que nunca foram nada em lugar nenhum e agora porque tiram foto com alguma autoridade ou tem um emprego na prefeitura acham que são o máximo.
Convido você, amigo ou amiga leitora a lembrar ou melhor, não esquecer dessas caras...
Não deixe de fazer um ou uma puxa-saco saber da própria condição de insignificante chamando-o(a) de puxa-saco.
Se não dá para exterminá-los, como se faz com as formigas daninhas, não os perca de vista enquanto eles sobem.
Breve você e eu os veremos caindo, pois nenhum puxa-saco suporta uma auditoria.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Morangos da vida!

O autor Roberto Shinyashiki foi bem feliz ao descrever esta história zen em seu livro "O sucesso é ser feliz". Lembrem-se de comer os morangos hoje!!! "Um sujeito estava caindo de um barranco e se agarrou às raízes de uma árvore. Em cima do barranco, havia um urso imenso querendo devorá-lo. O urso rosnava, mostrava os dentes, babava de ansiedade pelo prato que tinha à sua frente. Embaixo, prontas para engoli-lo quando caísse, estavam nada menos do que seis onças absolutamente famintas. Ele erguia a cabeça, olhava para cima e via o urso rosnando. Quando o urso dava uma folga, ouvia o urro das onças, próximas do seu pé.  As onças embaixo querendo comê-lo e o urso em cima querendo devorá-lo. Em determinado momento, ele olhou para o lado esquerdo e viu um morango vermelho, lindo, com escamas douradas refletindo o sol. Num esforço supremo, apoiou o seu corpo, sustentado pela mão direita, e, com a esquerda, pegou o morango. Quando pôde olhá-lo melhor, ficou inebriado com a sua beleza. Então, levou o morango à boca e se deliciou com o sabor doce e suculento. Foi um prazer supremo comer aquele morango tão gostoso." Talvez você pergunte: "Mas, e o urso?" Dane-se o urso, coma o morango! "E as onças?" Azar das onças. Coma o morango! Relaxe, e viva um dia de cada vez! Coma o morango! Problemas acontecem na vida de todos nós, até o último suspiro. Sempre existirão ursos querendo comer nossas cabeças e onças pulando para nos pegar pelos pés. Isso faz parte da vida e é importante que saibamos viver dentro desse cenário. Mas precisamos saber comer os morangos. A vida está acontecendo agora. Nesse exato momento deve haver um morango esperando por você. O melhor momento para ser feliz é agora. O futuro é uma ilusão que sempre será diferente do que imaginamos. As pessoas visualizam metas e, quando as realizam, descobrem que elas não trouxeram a felicidade. Elas esquecem que a felicidade é construída todos os dias. Eu aqui, torço para que você descubra sua maneira de ser feliz! Espero que coma os morangos agora.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Entre o ontem e o amanhã

Quem já não teve essa sensação de nadar e nadar na direção da margem,  sentir-se cansado e desolado com o tempo que desgasta e desespera e quando pensa, enfim, que chegou ao fim das pernas... 
descobre que ainda tem outro tanto a nadar?!...
A vida nos parece um constante combate.
Nos perguntamos nesses momentos se a situação não terá um fim e quando teremos a tão falada felicidade completa.
Compreendemos provavelmente a vida olhando-a do lado avesso.
Marcamos o dia do nosso nascimento e fugimos do dia da nossa morte e o que há entre esses dois pontos, que é realmente a vida e o caminho a ser percorrido, parece mais insignificante.
Entre o ontem nostálgico ou dolorido e o amanhã incerto, está o hoje, que deve ser vivido e aproveitado.
Ele não é perfeito? 
Nada é perfeito!!!
Nos dizemos que se tivéssemos isso ou aquilo a situação seria diferente,  mas não é raro que a gente 
tendo muito nas mãos fica sem saber o que fazer ou que direção tomar.
Talvez o melhor da festa seja realmente esperar por ela, se preparar, idealizar e viver intensamente 
esses momentos esperados.
Um mar de rosas não existe e se existisse, haveria ainda assim alguns espinhos entre as pétalas e flores.
Aprendi que o hoje é o que eu tenho nas mãos, é o que faz bater meu coração, é o que me faz viva e se 
ele é bom ou ruim, é apenas uma etapa na construção do meu eu e que isso é positivo.
O melhor de mim é o que, com a graça que me foi dada, posso fazer cada dia, fazendo assim meu dia e deixando,  pouquinho a pouquinho, os rastros da minha história.

TEXTO: Letícia Thompson

terça-feira, 5 de setembro de 2017


Grito da Independência às margens do Ipiranga
Grito da Independência às margens do Ipiranga
História da Independência do Brasil

A Independência do Brasil ocorreu em 7 de setembro de 1822. A partir desta data o Brasil deixou de ser uma colônia de Portugal. A proclamação foi feita por D. Pedro I as margens do riacho do Ipiranga em São Paulo.

Causas:

- Vontade de grande parte da elite política brasileira em conquistar a autonomia política;

- Desgaste do sistema de controle econômico, com restrições e altos impostos, exercido pela Coroa Portuguesa no Brasil;

- Tentativa da Coroa Portuguesa em recolonizar o Brasil.

Dia do Fico

- D. Pedro não acatou as determinações feitas pela Coroa Portuguesa que exigia seu retorno para Portugal. Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro negou ao chamado e afirmou que ficaria no Brasil.

Medidas pré independência:

Logo após o Dia do Fico, D. Pedro I tomou várias medidas com o objetivo de preparar o país para o processo de independência:

- Organização a Marinha de Guerra

- Convocou uma Assembleia Constituinte;

- Determinou o retornou das tropas portuguesas;

- Exigiu que todas as medidas tomadas pela Coroa Portuguesa deveriam, antes de entrar em vigor no Brasil, ter a aprovação de D. Pedro.

- Visitou São Paulo e Minas Gerais para acalmar os ânimos, principalmente entre a população, que estavam exaltados em várias regiões.

A Proclamação da Independência

Ao viajar de Santos para São Paulo, D. Pedro recebeu uma carta da Coroa Portuguesa que exigia seu retorno imediato para Portugal e anulava a Constituinte. Diante desta situação, D. Pedro deu seu famoso grito, as margens do riacho Ipiranga: “Independência ou Morte!”

Pós Independência

- D. Pedro I foi coroado imperador do Brasil em dezembro de 1822;

- Portugal reconheceu a independência, exigindo uma indenização de 2 milhões de libras esterlinas;

- Em algumas regiões do Brasil, principalmente no Nordeste, ocorreram revoltas, comandadas por portugueses, contrárias à independência do Brasil. Estas manifestações foram duramente reprimidas pelas tropas imperiais.  

quinta-feira, 31 de agosto de 2017


FAÇA SUA SIMULAÇÃO CONOSCO SEM COMPROMISSO / PREENCHA ESTE FORMULÁRIO.

TREM-BALA

Não é sobre ter todas as pessoas do mundo pra si É sobre saber que, em algum lugar, alguém zela por ti É sobre cantar e poder escutar mais do que a própria voz É sobre dançar na chuva de vida que cai sobre nós É saber se sentir infinito Num universo tão vasto e bonito, é saber sonhar Então fazer valer a pena Cada verso daquele poema sobre acreditar Não é sobre chegar no topo do mundo e saber que venceu É sobre escalar e sentir que o caminho te fortaleceu É sobre ser abrigo e também ter morada em outros corações E assim ter amigos contigo em todas as situações A gente não pode ter tudo Qual seria a graça do mundo se fosse assim? Por isso eu prefiro sorrisos E os presentes que a vida trouxe pra perto de mim Não é sobre tudo que o seu dinheiro é capaz de comprar E sim sobre cada momento, sorriso a se compartilhar Também não é sobre correr contra o tempo pra ter sempre mais Porque quando menos se espera, a vida já ficou pra trás Segura teu filho no colo Sorria e abraça teus pais enquanto estão aqui Que a vida é trem-bala, parceiro E a gente é só passageiro prestes a partir

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

ALEGRIA DO BEM

Mantenha aceso seu ideal de felicidade. Trabalhe visando ao bem próprio e ao bem da humanidade. Mas não tenha apenas a preocupação de acumular riquezas, que os vermes destroem e a ferrugem consome. Acumule riquezas duradouras, constituídas dos benefícios que presta a seus irmãos, porque amanhã você receberá de todos a alegria da vitória, auxiliada por você. A alegria do bem que se realiza é o maior tesouro que podemos obter.                      

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

APRENDIZ DA VIDA


“Queria poder dizer que estou numa idade em que aprendi a viver.
Mas ainda não cheguei a este ponto.
Aprendi algumas coisas, sim.
Outras, trazem uma luta enorme dentro de mim, e não sei quantas quedas e quantos levantares serão necessários para que eu aprenda.
Mas não desisto!
Parece que estou na idade da razão, mas percebo que não existe idade para isso.
Nem sempre tenho razão. Nem sempre sei o que fazer.
Sou e serei, até o último minuto, um aprendiz da vida.
Dizem que perdoar é esquecer e eu não sei ainda onde encontrar esta borracha que apaga vivências doloridas ou curativos que cubram feridas que nunca se fecham.
No meu ver, perdoar é compreender, aceitar, e seguir adiante. 
É poder olhar nos olhos daquela pessoa novamente, e se precisar, dar a mão sem sentimento de sacrifício.
Raras são as pessoas que alcançam o dom do perdão, mas não é impossível.
Quando pensamos que sabemos tudo, porque vivemos um certo número de anos, temos que admitir que vivemos em outra época, com outros valores e que nossas certezas de antes, nem sempre cabem nos dias de hoje.
Nossos filhos nos lembram disso a cada instante. 
São eles nossos melhores mestres, ao contrário do que se pensa.
Em tudo que fizemos ou dizemos, nosso exemplo vale mais do que todas as palavras.
As crianças ouvem muito mais que parecemos, que o que dizemos.
É assim também com os que precisam de nosso apoio.
Cada um de nós absorve acontecimentos de maneira diferente.
Porque não vivi algo de um jeito, não obrigo ninguém a viver da mesma forma.
Aprender a respeitar a dor alheia, é respeitar a individualidade do ser humano.
O medo do sofrimento do amor, nos afasta das pessoas que mais nos amam.
Muito do que chamamos de imprevisto e coincidência, é a mão de Deus interferindo em nossas vidas.
Devemos pensar então, duas vezes antes de reagir mal a algo que contraria nossos planos. O passar do tempo nos traz a experiência, mas a sabedoria vem de maneira diferente. Ela chega com a vivência, entendimento, compreensão e aceitação das adversidades.
Meu maior medo é acreditar sobre o que dizem a meu respeito. Isso me destruiria.
Devo sempre saber quem sou e nunca me esquecer daquele que me criou.
Aprender a vida, é reconhecer-se aluno eterno, com as somas, as diminuições e ciências do dia a dia. É chegar no fim do dia e fazer planos para o dia seguinte e, se preciso for, recalcular, rever, repensar e recomeçar. ”

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

A lição dos sapinhos

Era uma vez um grupo de sapinhos que organizaram uma competição. O objetivo era alcançar o topo de uma torre muito alta. Uma multidão se juntou em volta da torre para ver a corrida e animar os competidores… A corrida começou… Sinceramente: Ninguém naquela multidão toda realmente acreditava que sapinhos tão pequenos pudessem chegar ao topo da torre. Eles diziam coisas como: “Oh, é dificil DEMAIS!! Eles NUNCA vão chegar ao topo.” ou: “Eles não tem nenhuma chance de sucederem. A torre é muito alta!” Os sapinhos começaram a cair. Um por um… Só alguns poucos continuaram a subir mais e mais alto… A multidão continuava a gritar: “É muito difícil!!! Ninguém vai conseguir!” Outros sapinhos se cansaram e desistiram… Mas UM continuou a subir, e a subir… Este não desistia! No final, todos os sapinhos tinham desistido de subir a torre. Com exceção do sapinho que, depois de um grande esforço, foi o único a atingir o topo! Naturalmente, todos os outros sapinhos queriam saber como ele conseguiu? Um dos sapinhos perguntou ao campeão como ele conseguiu forças para atingir o objetivo? E o resultado foi… Que o sapinho campeão era SURDO!!!! A moral da estória é: Nunca dê ouvidos a pessoas com tendências negativas ou pessimistas…porque eles tiram de você seus sonhos e desejos mais maravilhosos. Aqueles que você tem no coração! Sempre se lembre do poder das palavras. Porque tudo o que você ouvir e ler irá afetar suas ações! Portanto: Seja SEMPRE POSITIVO! E acima de tudo: Seja SURDO quando as pessoas dizem que VOCÊ não pode realizar SEUS sonhos! Sempre pense: Eu POSSO fazer isso!

sábado, 29 de julho de 2017

ENTRE O ONTEM E O AMANHÃ

Quem já não teve essa sensação de nadar e nadar na direção da margem, sentir-se cansado e desolado com o tempo que desgasta e desespera e quando pensa, enfim, que chegou ao fim das pernas... descobre que ainda tem outro tanto a nadar?!... A vida nos parece um constante combate. Nos perguntamos nesses momentos se a situação não terá um fim e quando teremos a tão falada felicidade completa. Compreendemos provavelmente a vida olhando-a do lado avesso. Marcamos o dia do nosso nascimento e fugimos do dia da nossa morte e o que há entre esses dois pontos, que é realmente a vida e o caminho a ser percorrido, parece mais insignificante. Entre o ontem nostálgico ou dolorido e o amanhã incerto, está o hoje, que deve ser vivido e aproveitado. Ele não é perfeito? Nada é perfeito!!! Nos dizemos que se tivéssemos isso ou aquilo a situação seria diferente, mas não é raro que a gente tendo muito nas mãos fica sem saber o que fazer ou que direção tomar. Talvez o melhor da festa seja realmente esperar por ela, se preparar, idealizar e viver intensamente esses momentos esperados. Um mar de rosas não existe e se existisse, haveria ainda assim alguns espinhos entre as pétalas e flores. Aprendi que o hoje é o que eu tenho nas mãos, é o que faz bater meu coração, é o que me faz viva e se ele é bom ou ruim, é apenas uma etapa na construção do meu eu e que isso é positivo. O melhor de mim é o que, com a graça que me foi dada, posso fazer cada dia, fazendo assim meu dia e deixando, pouquinho a pouquinho, os rastros da minha história.

terça-feira, 25 de julho de 2017

O que importa é...

De repente tudo vai ficando tão simples que assusta. A gente vai perdendo as necessidades, vai reduzindo a bagagem. As opiniões dos outros, são realmente dos outros, e mesmo que sejam sobre nós; não tem importância. Vamos abrindo mão das certezas, pois já não temos certeza de nada. E, isso não faz a menor falta. Paramos de julgar, pois já não existe certo ou errado e sim a vida que cada um escolheu experimentar. Por fim entendemos que tudo o que importa é ter paz e sossego, é viver sem medo, é fazer o que alegra o coração naquele momento. E só.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

ETERNIDADE

O que eu tenho não me pertence, embora faça parte de mim. Tudo o que tenho foi um dia emprestado pelo Criador para que eu possa dividir com aqueles que entram na minha vida. Ninguém cruza nosso caminho por acaso e nós não entramos na vida de alguém sem nenhuma razão. Há muito o que dar e o que receber; há muito o que aprender, com experiências boas ou negativas. É isso... Tente ver as coisas negativas que te acontecem com como algo que aconteceu por uma razão precisa. E não se lamente pelo ocorrido; além de não servir de nada reclamar, isso vai vendar seus olhos para continuar o caminho. Quando você não consegue tirar da cabeça que alguém te feriu, está somente reavivando a ferida, tornando-a muitas vezes bem maior do que era no início. Nem sempre as pessoas te ferem voluntariamente. Muitas vezes é você quem se sente ferido e a pessoa nem mesmo percebeu; e você se sente decepcionado porque aquela pessoa não correspondeu às suas expectativas. Às suas expectativas!!! E sabe-se lá quais eram as expectativas do outro? Você se decepciona e decepciona também. Mas, claro, é bem mais fácil pensar nas coisas que te atingem. Quando alguém te disser que te magoou sem intenção, acredite nele! Vai te fazer bem. Assim talvez ele poderá entender quando você o magoar e, sinceramente, disser que "foi sem querer". Dê de você mesmo o quanto puder! Sabe, quando você se for, a única coisa que vai deixar é a lembrança do que fez aqui. Seja bom, tente dar sempre o primeiro passo, nunca negue uma ajuda ao seu alcance, perdoe e dê de você mesmo. Seja uma bênção! Deus não vem em pessoa para abençoar, Ele usa os que estão aqui dispostos a cumprir essa missão. Todos nós podemos ser Anjos! A eternidade está nas mãos de todos nós. Viva de maneira que quando você se for, muito de você ainda fique naqueles que tiveram a boa ventura de te encontrar.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Aniversário

Os anos passam e nos tornamos heróis ou heroínas da nossa história. Foram ventos e tempestades, muito calor ou muito frio, muita lágrima e muito riso, muita tristeza e muita felicidade! Muitos amigos e muitas amizades. Surpresas, decepções... amores, dissabores, bons e maus momentos aqui e acolá. O tempo passou mesmo quando eu queria que ele parasse. Tive a impressão que parou quando quis que avançasse. Mas ele não se deu conta disso e continuou sua tarefa. Hoje é apenas um dia a mais. Importante? Sim, como ontem e como amanhã. Especial? Sim, especial. Acho que quanto mais o tempo passa, mais a gente sente a sua importância, a urgência em viver a vida em seus pormenores, em prová-la sem engolir quente demais para não sentir o seu gosto e nem frio demais para que tenha perdido sabor. A vida é linda e nosso coração é o mesmo do início ao fim, mesmo se mais vivido, mais experimentado.  As emoções do passado vão me tocar ainda hoje, mas de maneira diferente. Deve ser isso o que as pessoas chamam de chegar a uma idade madura. Amadurecer deve ser quando a gente vê e sente as mesmas coisas, mas olha de maneira diferente. Deve haver mais ternura num olhar amadurecido. Deve sim... Recebo a vida como um presente e as minhas amizades verdadeiras como uma compensação da vida. Aniversariar deve ser isso: olhar pro céu, abrir os braços e acolher o que o tempo ainda nos reserva. Com força, coragem e paciência. Com amor, sobretudo com amor. Sou uma heroína da minha existência? Sim, como todos nós. Todos somos aos olhos de Deus. E no livro que Ele escreve pra nós, nos dá o papel principal. Assim é que no nosso aniversário tentamos sempre nos lembrar da introdução e recapitular, sem jamais querer saber qual e quando será o último capítulo. E isso não é mesmo importante. Hoje é o dia presente, em todos os sentidos da palavra. E vou vivê-lo!!

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Tava pensando no último verso do soneto 80 de shakespeare: O meu amor foi a minha ruína...

Eu fiquei me perguntando como o amor pode ser a ruína de alguém?

Quando um amigo me fez aprender a gostar do meu sorriso torto e parar de desdenhar dos meus olhos castanhos: O amor dele ruiu meus complexos.
Quando minha mãe me ajudou a lidar melhor com uma determinada situação que me fazia mal: o amor dela ruiu meus medos.
Quando uma prima me explicou que amar/amizade/relações não eram baseadas em presença. que algumas pessoas se afastam mesmo por determinados períodos e ok porque elas me amam mesmo assim, elas são amigas mesmo assim, são relações mesmo assim: O amor dela ruiu meus preconceitos. 
O amor é a ruína de alguém, mas não no sentido de danificá-lo, porque se ele faz algo ruir, ele reconstrói: melhor e mais bonito. ❤🙏

terça-feira, 13 de junho de 2017

Rui Barbosa
O poema de Rui Barbosa, transcrito a seguir, é de  uma impressionante atualidade.   Poderia ter sido escrito hoje sem mudar uma palavra...
Sinto Vergonha de Mim
Sinto vergonha de mim por ter sido educador de parte desse povo, por ter batalhado sempre pela justiça, por compactuar com a honestidade, por primar pela verdade e por ver este povo já chamado varonil enveredar pelo caminho da desonra.
Sinto vergonha de mim por ter feito parte de uma era que lutou pela democracia, pela liberdade de ser e ter que entregar aos meus filhos, simples e abominavelmente, a derrota das virtudes pelos vícios, a ausência da sensatez no julgamento da verdade, a negligência com a família, célula-mater da sociedade, a demasiada preocupação com o feliz a qualquer custo, buscando a tal felicidade em caminhos eivados de desrespeito para com o seu próximo.
Tenho vergonha de mim pela passividade em ouvir, sem despejar meu verbo, a tantas desculpas ditadas pelo orgulho e vaidade, a tanta falta de humildade para reconhecer um erro cometido, a tantos para justificar atos criminosos,a tanta relutância em esquecer a antiga posição de sempre voltar atrás e mudar o futuro.
Tenho vergonha de mim pois faço parte de um povo que não reconheço, enveredando por caminhos que não quero percorrer... Tenho vergonha da minha impotência,da minha falta de garra, das minhas desilusões e do meu cansaço.
Não tenho para onde ir pois amo este meu chão, vibro ao ouvir meu Hino e jamais usei a minha Bandeira para enxugar o meu suor ou enrolar  meu corpo na pecaminosa manifestação de nacionalidade. Ao lado da vergonha de mim, tenho tanta pena de ti, povo brasileiro!

De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Acne e espinha são problemas de pele bastante comuns.
O pior é que,  dependendo do tratamento, podemos ficar com marcas escuras e cicatrizes para sempre.

Essas marcas afetam de maneira intensa a autoestima, fazendo que com que as pessoas gastem muito dinheiro com maquiagens (que servem apenas como paliativo) e cremes.

Como você já deve saber, não é bom abusar do uso de produtos industrializados.

Por isso, neste post, vamos ensinar a fazer uma máscara fantástica com ingredientes naturais.

A receita que trouxemos é muito eficiente no combate a acnes e espinhas.

Além disso, se você usá-la regularmente, também vai se livrar das manchas e cicatrizes no rosto, deixando a pele macia e suave.

Ah, ela também é ótima para combater rugas.

Veja como é simples:
INGREDIENTES

1 colher (chá) de mel

1 colher (chá) de suco de limão
Meia  colher (chá) de canela

Meia colher (chá) de noz-moscada

MODO DE PREPARO

Misture todos os ingredientes e dilua com água até alcançar a textura desejada.

Caso você tenha pele sensível, diminua a quantidade de suco de limão ou simplesmente retire da receita.

Adicione o mel para a mistura ficar grossa.

Esta máscara não é recomendada para pessoas que sofrem de telangiectasia, rosácea e outras doenças vasculares da pele, pois o mel alarga os vasos sanguíneos.

Assim, se este for o seu caso,  utilize argila branca ou verde para substituir o mel.

Passe a pasta no rosto, mas evite a área dos olhos e da boca.

Deixe a mistura agir por 30 minutos.

Caso não consiga suportar a sensação de queimação, deixe agir por 10 minutos.

A sensação de formigamento normalmente se acalma nos primeiros 5 minutos e depois desaparece.

Em seguida, lave o rosto com água morna e aplique um creme hidratante.

Esta máscara não deve ser utilizada para esfoliar a pele e deve ser sempre aplicada à noite.

Você deve aplicá-la de duas a três vezes por semana.

Por precaução, faça um teste para ver se você tem alergia aos ingredientes da fórmula: aplique atrás da orelha a quantidade suficiente para cobrir uma área do tamanho de uma moeda (1cm).

Espere meia hora e veja se depois deste tempo ocorre vermelhidão intensa.

Se não houver, pode usar a máscara.


terça-feira, 6 de junho de 2017

A Primeira Depilação

- "Tenta sim. Vai ficar lindo."
Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que meus pêlos não pesam tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.
- "Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- "Vai depilar o quê?"
- "Virilha."
- "Normal ou cavada?"
Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.
- "Cavada mesmo."
- "Amanhã, às... deixa eu ver...13h?"
- "Ok. Marcado."
Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique.
Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado.
Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso
cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
- "Querida, pode deitar."
Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus , era O Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.
- "Quer bem cavada?"
- "...é ... é, isso."
Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
- "Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- "Ah, sim, claro.
Claro nada, não entendia nada do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).
- "Pode abrir as pernas."
- "Assim?"
- "Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado."
- "Arreganhada, né?"
Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar. Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.
Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
- "Tudo ótimo. E você?"
Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.
O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.
- "Quer que tire dos lábios?"
- "Não, eu quero só virilha, bigode não."
- "Não, querida, os lábios dela aqui ó."
Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia.
Mas topei. Quem está na maca tem que se ferrar mesmo.
- "Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor."
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- "Olha, tá ficando linda essa depilação."
- "Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto."
Se tivesse sobrado algum pelinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. - "Me leva daqui, Deus, me teletransporte". - Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
- "Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?"
- "Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada."
Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
- "Vamos ficar de lado agora?"
- "Hein?"
- "Deitar de lado pra fazer a parte cavada."
Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
- "Segura sua bunda aqui?"
- "Hein?"
- "Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda."
Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê... Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, soltar um pum na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:
- "Tudo bem, Pê?"
- "Sim... sonhei de novo com o fiofó de uma cliente."
Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu twin peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil ânus por dia. Aliás, isso até aliviava minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá?
Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.
- "Vira agora do outro lado."
Poxa... por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A bruaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
- Penélope, empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem?
Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
- "Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha."
- "Máquina de quê?!"
- "Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol."
- "Dói?"
- "Dói nada."
- "Tá, passa logo isso..."
- "Baixa a calcinha, por favor."
Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha!!!...como alguém fala isso sem antes um beijinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao bumbum. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.
" - Prontinha. Posso passar um talco?"
- "Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha."
- "Tá linda! Pode namorar muito agora."
Namorar...namorar... eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso . Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.

Autor : alguma mulher muito enraivecida

segunda-feira, 5 de junho de 2017

A vitória requer espera


Ao chegar em casa, depois de haver assistido a uma ópera, certa senhora abastada notou que sua joia de alto valor não se encontrava mais presa ao vestido. Ficou apreensiva porque a recebera do esposo ha poucas semanas. Era preciso recupera-la. Julgando-a perdida no carro, desceu as escadas e foi a garagem. Abriu o carro, examinando-o cuidadosamente em cada cantinho, mas nada! O que fazer? Já se fazia tarde e, então, o mais sensato seria deixar para o dia seguinte as novas buscas e providencias. Antes de dormir, ainda deu mais uma boa olhadela no quarto de vestir para ver se a encontraria ali. Tudo em vão. Aquela foi uma noite de insônia... nas primeiras horas da manha seguinte, aquela senhora fez uma ligação para o teatro onde estivera na véspera e foi gentilmente atendida pelo gerente a quem contou, com detalhes, a respeito do ocorrido. Disse-lhe que estava certa de haver perdido, durante o espetáculo da noite anterior, a sua joia de valor incalculável - um broche de ouro cravejado de brilhantes. Sobretudo, era um presente do marido! O gerente, demonstrando todo o interesse em colaborar na busca, pediu-lhe que permanecesse na linha, enquanto faria as verificações de praxe. Saiu então a procura do administrador, demorando um pouco para encontrá-lo a quem contou a historia indagando em seguida a respeito do possível aparecimento da joia em meio aos papeis retirados do chão do teatro.
O administrador informou que a joia havia sido encontrada e guardada em lugar seguro. Voltando ao telefone para transmitir a feliz noticia, o gerente constatou que a senhora já havia desligado. Não teve paciência de esperar. Como não havia revelado seu nome, endereço ou numero do seu telefone, foi impossível encontra-la para lhe entregar a joia que tanto desejou recuperar.
Quantas pessoas buscam a Deus pedindo alguma coisa de muita importância, mas que não ficam na linha aguardando a resposta. Desanimam depressa demais e vão em busca de outra solução, esquecidas do fato de que Deus algumas vezes demora numa resposta porque o tempo não é oportuno ou porque a nossa vontade não está em perfeita sintonia com a dele.
Para se conseguir vitórias - materiais, intelectuais e, sobretudo, espirituais - é imprescindível que se saiba esperar.
A falta de paciência na espera pode levar alguém a precipitações, cujas consequências conduzem a sofrimentos ou prejuízos que poderão acompanha-la pelo resto da vida.

terça-feira, 23 de maio de 2017

OS SOCIOPATAS ESTÃO À ESPREITA ENTRE NÓS, O PIOR DELES SÃO OS SOCIOPATAS-ALFA

Os sociopatas estão à espreita entre nós, pois se estima que entorno 3% dos homens e 1% das mulheres têm traços definidos de sociopatas. A sociopatia é denominada como “transtornos de personalidade antissociais”, que em regra apresentam comportamentos resultantes de um dano cerebral, abuso ou descuido na infância. Os psicopatas nascem e os sociopatas – são construídos socialmente e podem passar a vida toda como pessoais normais, sem ninguém se dar conta.

Os sociopatas são instáveis emocionalmente e impulsivos. E quando cometem crimes, violentos ou não violentos, agem sem preocupação, deixando rastros por onde passam. O que importa para esses indivíduos – é apenas o seu mundo particular, mesmo assim atuam de modo imoral e nada disso traz arrependimentos. 

Na maioria das vezes tais criaturas são solitárias, embora possam ser pessoas carismáticas.  A percepção deles das coisas erradas ou certas se baseiam nas expectativas do seu grupo social. A sociopatia não se trata de uma doença psíquica no sentido correto do conceito, mas de atitudes consideradas pela maioria da sociedade como antissociais ou criminosas.

Além disso, os sociopatas são egocêntricos e trapaceiros. E quando pegos acreditam de que isso não passa de pormenores, não impedindo que eles pratiquem as mesmas ilicitudes. Seus traços se constituem como patológicas, podemos citar alguns:

  • Alheios à moral;
  • Levianos por natureza;
  • Usurpadores e enganadores;
  • Incapazes de amar;
  • Possuem atitudes emocionais ridículas;
  • Nunca sentem vergonha;
  • Não aprendem com os erros do passado;
  • Têm uma vida sexual repulsiva;
  • Usam bebidas alcoólicas ou entorpecentes.

Esses aspectos mostram que os sociopatas se alteram com facilidade, devido as dificuldades de se adaptarem ao trabalho e continuarem num único lugar. A maioria dos crimes praticados por essa gente não tem planejamento, porque para eles as pessoas – são vistas como descartáveis em todos os sentidos.

Os políticos são os sociopatas-alfa, ou seja, os piores deles, por serem escandalosamente corruptos, antes eram adorados pelos seus eleitores, idolatrados pelos seus partidários e protegidos pelos formadores de opinião. Eles para se manter no poder – constrangem as empresas e as pessoas, com o intuito obter apoio político e financeiro, mesmo estando presos. Aliás abusam das brechas das leis, pois são peritos em distorcer a ordem jurídica e econômica, como objetivo de favorecer os grandes grupos empresariais.

Enfim esses indivíduos estão à espreita entre nós, com a intenção de praticar seus desatinos e delitos. Mas sociopatas comuns quase sempre deixam a “casa cair”, virando casos de polícia e os sociopatas-alfa quando deixam a “máscara cair”, os escândalos viram palco da comédia e da tragédia grega. Hoje não é difícil reconhecer tais criaturas, que precisam ser impedidas para – não mais causar prejuízos as suas vítimas e ao nosso País.




Jackson César Buonocore Sociólogo e Psicanalista

sábado, 20 de maio de 2017

Eu não ajudo a minha esposa.

Um amigo veio a minha casa tomar café, sentamos e conversamos, falando sobre a vida. A um certo ponto da conversa, eu disse: “Vou lavar os pratos e volto num instante”.
Ele olhou para mim como se eu lhe tivesse dito que ia construir um foguete espacial. Então ele me disse, com admiração mas um pouco perplexo: “Ainda bem que você ajuda a sua mulher, eu não ajudo porque quando eu faço a minha mulher não elogia. Ainda na semana passada lavei o chão e nem um obrigada.”
Voltei a sentar-me com ele e lhe expliquei que eu não "ajudo" a minha mulher. Na verdade, a minha mulher não necessita de ajuda, ela tem necessidade de um companheiro. Eu sou um sócio em casa e por via dessa sociedade as tarefas são divididas, mas não se trata certamente de uma "ajuda" comas tarefas de casa.
Eu não ajudo a minha mulher a limpar a casa porque eu também vivo aqui e é necessário que eu também a limpe.
Eu não ajudo a minha mulher a cozinhar porque eu também quero comer e é necessário que eu também cozinhe.
Eu não ajudo a minha mulher a lavar os pratos depois da refeição porque eu também uso esses pratos.
Eu não ajudo a minha mulher com os filhos porque eles também são meus filhos e é minha função ser pai.
Eu não ajudo a minha mulher a lavar, estender ou dobrar as roupas, porque a roupa também é minha e dos meus filhos.
Eu não sou uma ajuda em casa, eu sou parte da casa. E no que diz respeito a elogiar, perguntei ao meu amigo quando é que foi a última vez que, depois da sua mulher acabar de limpar a casa, tratar da roupa, mudar os lençóis da cama, dar banho em seus filhos, cozinhar, organizar, etc., ele lhe tinha dito obrigado?
Mas um obrigado do tipo: Uau, querida!!! Você é fantástica!!!
Isso te parece absurdo? Está te parecendo estranho? Quando você, uma vez na vida, limpou o chão, você esperava no mínimo um prêmio de excelência com muita glória… Porquê? Nunca pensou nisso, amigo?
Talvez porque para você, a cultura machista tenha mostrado que tudo seja tarefa dela.
Talvez você se tenha sido ensinado que tudo isto deva ser feito sem que você tenha de mexer um dedo? Então elogia-a como você queria ser elogiado, da mesma forma, com a mesma intensidade. Dá uma mão, SE COMPORTE COMO UM VERDADEIRO COMPANHEIRO, NÃO COMO UM HÓSPEDE que só vem comer, dormir, tomar banho e satisfazer as necessidades sexuais… Sinta-se em casa. Na sua casa.
A mudança real da nossa sociedade começa em nossas casas, vamos ensinar aos nossos filhos e filhas o real sentido do companheirismo!"

domingo, 14 de maio de 2017

Mães não morrem como as outras pessoas – elas são tiradas de nós, abruptamente, sem aviso, porque nunca estaremos preparados para enfrentar a vida sem elas. E então vamos nos agarrando dolorosamente às memórias, às fotos, filmes, cartas e à certeza de que teria sido muito pior se tivéssemos sido nós tirados delas, tentando nos consolar e aprumar nosso navio que parece navegar à deriva de nós mesmos, enquanto experenciamos os ambientes sem a sua presença e nos consolamos com as suas visitas em nossos sonhos. E, nesse processo de luto, somos obrigados a aprender a viver somente de nós mesmos, sem a ternura, a bravura, a cafonice e a sabedoria de um de nossos sustentáculos emocionais mais preciosos. Enfim a dor, burilada e mitigada, transforma-se em saudade contida e em gratidão por termos sido filhos das melhores mães do mundo.

- Marcel Camargo

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Eu vi você se apaixonar por outra, como uma espectadora viciada acompanhei tudo desde o início, cada marcação, cada foto, cada check-in, cada post.
Eu vi você seguir sua vida e se entregar a uma outra paixão, eu sei, poderia ter parado de seguir, excluir ou bloquear. Mas eu continuei vendo porque eu não podia suportar a ideia de não saber nada de você. Então eu vi, capítulo por capítulo, acompanhei com fervor de quem acompanha uma nova temporada da sua série favorita. É que eu só não conseguia me desprender da ideia de que você era absolutamente necessário na minha vida. Eu precisava de você, mesmo que dessa forma !
Até que não tinha mais nada, eu não lembro exatamente quando foi, mas eu parei de buscar, minha time line ficou repleta de posts aleatórios, que nada me lembravam você, vídeos de gatinhos, comida, músicas, coisas que me distraíam o suficiente pra que toda vez que eu pegasse o celular não lembrar de te procurar…
(…)

quinta-feira, 11 de maio de 2017

O PODER DA ARROGÂNCIA

Um policial federal vai a uma fazenda e diz ao dono, um velho fazendeiro:
- “Preciso inspecionar sua fazenda. Há uma denúncia de plantação ilegal de maconha.”

O fazendeiro diz:
- “Ok, mas não vá naquele campo ali.”

E aponta para uma determinada área.

O oficial P... da vida diz indignado:
- “O senhor sabe que tenho o poder do governo federal comigo?”

E tira do bolso um crachá mostrando ao fazendeiro:
- “Este crachá me dá a autoridade de ir onde quero.... e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? Me fiz entender?”

O fazendeiro todo educado pede desculpas e volta para o que estava fazendo.

Poucos minutos depois o fazendeiro ouve uma gritaria e vê o oficial do governo federal correndo para salvar sua própria vida perseguido pelo Santa Gertrudes, o maior touro da fazenda.
🏃🏽💨💨💨 🐂

O fazendeiro larga suas ferramentas, corre para a cerca e grita:

- 📢"O Crachá, mostra o CRACHÁ!👨🏽‍🌾🤷🏽‍♂ 😳

😂😂😂😂😂😂😂